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terça-feira, 22 de novembro de 2011

“Lutamos por memórias que ainda nos restam. Memórias de um tempo bom. Memórias de sorrisos, frios na barriga, graças e apertos de… felicidade! Mas e quando você percebe que esses momentos são assim, como menos da metade do total?
Qual o limite das pessoas? Até que ponto são capazes de cultivar e tentar segurar uma coisa quando milhares de outras estão lhe explodindo o sofrimento? Em resumo… Até que ponto o amor aguenta tudo sozinho? Garanto, não é por tempo indeterminado. Um coração machucado pode ainda ser esperançoso, mas caso as coisas continuem sob pressão, estouram-se as artérias e veias… E mesmo que o coração ainda esteja lá, firme, não estará pulsando como antes. Ai sim entram as forças contrárias ao amor.
Passado / Presente / Futuro

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