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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Quando eu te deixar por algumas horas, sentirás a minha ausência; pensarás em mim. Quando eu me for por alguns dias, sentirás inquieta e lembrarás de mim. Quando eu me for por alguns meses, sentirás nostalgia e uma saudade imensa; te deixarás insatisfeita. Quando eu me for por um ano, a angústia e a ansiedade te farão sofrer.
E quando eu me for por muito tempo... Quando eu não mais te ver... Quando eu não mais sorrir contigo... Quando não mais tiveres o meu carinho... Quando não mais tiveres o meu amor... Parecerás sofrer, parecerás morrer, vazio, indiferente...
"O amor pode aguentar muitas coisas.
Pode suportar muitos conflitos, ciúmes, crises
de ansiedades e tantas outras coisas, mas
NUNCA a Indiferença, o Desprezo e a
DESONESTIDADE EMOCIONAL e principalmente as mentiras "
“Lutamos por memórias que ainda nos restam. Memórias de um tempo bom. Memórias de sorrisos, frios na barriga, graças e apertos de… felicidade! Mas e quando você percebe que esses momentos são assim, como menos da metade do total?
Qual o limite das pessoas? Até que ponto são capazes de cultivar e tentar segurar uma coisa quando milhares de outras estão lhe explodindo o sofrimento? Em resumo… Até que ponto o amor aguenta tudo sozinho? Garanto, não é por tempo indeterminado. Um coração machucado pode ainda ser esperançoso, mas caso as coisas continuem sob pressão, estouram-se as artérias e veias… E mesmo que o coração ainda esteja lá, firme, não estará pulsando como antes. Ai sim entram as forças contrárias ao amor.
Passado / Presente / Futuro