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terça-feira, 7 de junho de 2011


Como não te amar, quando teu sorriso tão docilmente me convida ao sonho?
Como não te amar, quando teu olhar derrama-se em promessas tantas
Que mais te quero quanto mais te evito, e mais te amo quanto mais me oponho?
Como não te amar, quando tuas intenções dançam ao som dos cristais de tua voz?
Como não te amar, quando, como um universo inteiro, te agigantas,
E cada vez sou menos eu, tanto quanto cada vez sou mais “nós”;
Como não te amar, quando resumes o que sou num simples e angelical sorriso,
Como não te amar, quando sou caule e flor no jardim que tu mesmo plantas,
E mesmo resistindo caminho sempre mais aos portais de teu paraíso?

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